A BYD ampliou sua participação no Move Brasil Táxi e Aplicativos com a inclusão do King, Song Pro Flex e Atto 2 entre os veículos contemplados pelo programa. Os modelos se somam aos elétricos Dolphin e Dolphin Mini e aumentam as opções para taxistas e motoristas de aplicativo que planejam trocar de veículo. Com a nova gama, o profissional pode comparar diferentes tecnologias de eletrificação, carrocerias e autonomias para escolher a alternativa mais adequada à sua rotina de trabalho. Visite a BYD Allma e conheça de perto as tecnologias que estão transformando a experiência ao volante.


O que muda no Move Brasil?

O Move Brasil é uma iniciativa do Governo Federal criada para facilitar a aquisição de automóveis novos por profissionais do transporte individual de passageiros, oferecendo linhas de financiamento com condições específicas. Para motoristas de aplicativo, é necessário ter cadastro ativo há pelo menos 12 meses e ter realizado ao menos 100 corridas nesse período na mesma plataforma. Taxistas precisam estar devidamente registrados e ativos.

O programa atualmente contempla veículos com valor final de nota fiscal de até R$ 200 mil. As taxas máximas definidas para a linha são de 0,99% ao mês para homens e 0,91% ao mês para mulheres, com prazo de financiamento estendido até 84 meses e possibilidade de carência de até seis meses para o pagamento do principal. A concessão do crédito, entretanto, continua sujeita à análise da instituição financeira.

Para a BYD, a principal novidade é a ampliação do leque disponível. A lista oficial do programa atualizada em 26 de agosto inclui versões de King, Song Pro Flex e Atto 2, além de Dolphin e Dolphin Mini.

Isso significa que o motorista profissional pode avaliar desde um elétrico para uma rotina predominantemente urbana até sedãs e SUVs super-híbridos para jornadas que combinam cidade, estrada e alta quilometragem. Venha para a BYD Allma, conheça os modelos disponíveis e experimente a tecnologia BYD em um test drive.


Elétricos e super-híbridos ampliam oportunidades

Um elétrico pode ser especialmente interessante quando existe uma rotina de recarga bem estruturada. Se o motorista consegue carregar o veículo em casa, no condomínio, na empresa ou em pontos disponíveis durante períodos em que o carro já estaria parado, pode aproveitar a condução elétrica durante toda a operação.

Nos super-híbridos plug-in BYD, a lógica é diferente. O sistema DM-i combina propulsão elétrica e motor a combustão e permite recarga externa para ampliar o aproveitamento da energia elétrica. Portanto, o motorista não fica dependente exclusivamente de um carregador para continuar a jornada. Essa característica pode ser relevante para quem trabalha por muitas horas, realiza viagens ou não consegue prever com antecedência quando haverá oportunidade de recarga. Na BYD Allma, você pode conhecer de perto essas tecnologias e descobrir qual modelo combina com a sua rotina.



BYD Atto 2: proposta compacta com tecnologia super-híbrida flex

O Atto 2, primeiro SUV híbrido plug-in flex da BYD no mundo, foi desenvolvido para utilizar eletricidade, gasolina e etanol. A versão GL do modelo já consta na relação de veículos financiáveis pelo Move Brasil. Segundo a BYD, ele oferece até 45 km de autonomia elétrica e até 1.000 km de autonomia combinada com gasolina pelo ciclo NEDC.

Sua proposta de SUV compacto pode ser interessante para quem circula majoritariamente em centros urbanos, mas também realiza trajetos mais longos e não quer depender exclusivamente da infraestrutura de recarga. Nesse perfil de utilização, dimensões, autonomia e flexibilidade energética passam a ser critérios mais relevantes do que analisar apenas potência ou equipamentos.


BYD Song Pro DM-i Flex: espaço e liberdade de abastecimento

Quem trabalha transportando passageiros sabe que espaço interno e capacidade para bagagens não são detalhes. Eles interferem diretamente na experiência de quem dirige e de quem utiliza o serviço. Nesse cenário, o Song Pro DM-i Flex GL, divulgado na lista oficial do Move Brasil, combina a versatilidade de uma carroceria SUV com a quinta geração da tecnologia DM-i, oferecendo uma alternativa para quem busca eletrificação sem abrir mão da flexibilidade na rotina.

Produzido em Camaçari, na Bahia, o modelo pode utilizar gasolina ou etanol, além da energia armazenada na bateria. Segundo a BYD, a autonomia elétrica PBEV chega a até 57 km, já com gasolina e carga completa, a autonomia combinada NEDC alcança até 1.075 km. Na BYD Allma, nossa equipe pode ajudar a estimar os gastos com energia e combustível de acordo com a sua quilometragem e rotina de trabalho, facilitando a comparação entre os modelos e a escolha mais adequada ao seu dia a dia.

Para quem trabalha com o carro, essa combinação permite planejar o uso da energia de acordo com a disponibilidade de recarga, o preço dos combustíveis e a extensão dos trajetos, ao mesmo tempo em que oferece o espaço de um SUV para passageiros e bagagens.


BYD King: para quem roda muito e prefere um sedã

O King nas versões GL e GS pode ser uma alternativa para o motorista que passa muitas horas ao volante e busca a combinação de um sedã com a tecnologia super-híbrida plug-in. A arquitetura permite utilizar a condução elétrica em determinados percursos e recorrer ao conjunto híbrido quando a jornada se estende, reduzindo a dependência de uma parada para recarga durante o expediente. 

O espaço do porta-malas é outro aliado de quem trabalha ao volante, facilitando o transporte de bagagens em corridas para aeroportos, rodoviárias e viagens. Somado ao conforto de um sedã e à flexibilidade do conjunto super-híbrido, esse atributo ajuda a posicionar o King como uma alternativa a ser considerada por profissionais que enfrentam diferentes tipos de corrida ao longo do dia.


Dolphin e Dolphin Mini

A ampliação da gama super-híbrida não elimina o papel dos elétricos dentro do Move Brasil. Dolphin GS e Dolphin Mini GL também constam na lista oficial do Governo Federal. Para motoristas com trajetos urbanos previsíveis e possibilidade de carregar o veículo em momentos de parada, um elétrico continua sendo uma alternativa que merece entrar na comparação.

Segundo a BYD, seus modelos elétricos podem registrar custo de aproximadamente R$ 0,10 por quilômetro rodado, diferença que pode representar uma economia relevante ao longo do mês. O valor efetivo, porém, varia conforme fatores como tarifa de energia, local e modalidade de recarga e consumo do veículo.

King, Song Pro Flex, Atto 2, Dolphin e Dolphin Mini atendem a diferentes perfis de utilização. Por isso, a escolha pode começar pela própria rotina: quantos quilômetros você percorre, onde costuma rodar, quanto espaço precisa e quais são suas possibilidades de recarga.

Na BYD Allma, taxistas e motoristas de aplicativo podem levar essas informações para uma comparação mais concreta entre os modelos, conhecer as diferenças entre elétricos e super-híbridos, verificar a elegibilidade e as condições vigentes do Move Brasil e realizar um test drive antes de decidir.


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